sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Vox Populi

As matérias publicadas no blog Memórias das Assembleias de Deus sobre a autonomia dos setores da AD em Teresina, gerou muitas discussões sobre o modelo administrativo de grande parte das ADs no Brasil. Muitos foram os comentários de líderes, pastores, teólogos e crentes que, desejaram se manisfestar sobre o tema.

Tomei a liberdade de selecionar algumas observações dos leitores do blog publicadas no Facebook. São opiniões de pessoas que acompanham o desenrolar dos acontecimentos e de alguma forma, graças a internet e as redes sociais, hoje podem se manifestar sobre os temas mais polêmicos envolvendo a maior denominação pentecostal do Brasil. Então, que seja ouvida a voz do povo!



É a tendência natural das coisas, não dá mais esse modelo "Vaticano" ou "Governo Federal" a administração da igreja vira funcionalismo público e o pastor, presidente de um Estado religioso, ainda bem que alguém teve a visão da vida onde nós ficamos dependentes por um certo tempo e depois ganhamos autonomia para viver nossa vida; as Igrejas Batista, Betel e outras seguem esse modelo, que está de acordo com o evangelho, como disse Jesus ao ressuscitar Lázaro: desatem "esse nó" e deixe-o ir. (Vital Lima)

Estou totalmente de acordo com Geremias Couto, depois que as igrejas passaram a ser oligarquia, o evangelho e o cuidado com os crente regrediu muito. Muitos só estão preocupados com seus interesses próprios, em como aumentar seus impérios, seus status, e se esquecem das almas que estão perecendo. (Ridalva Lau Moreira Oliveira)

Será bom pra denominação quando isso acontecer em todo o país, assim chegaria ao fim os impérios e o patriarcalismo, pois o caso é tão sério que quando um pastor presidente de campo envelhece, se ele não tiver filhos ou genros no ministério, ele passa o campo pra um irmão de sangue, tem que se entender que a igreja não é uma empresa familiar... (Nielton Alcântara)

Ainda acho interessante voltar ao sistema batista: igrejas locais autônomas e independentes entre si, porém, sob coordenação doutrinária da Convenção Batista Brasileira, que não exerce qualquer autoridade hierárquica sob essas igrejas. (Marco Pacífico)

Parabéns novamente! É incrível ver um campo tomando uma atitude tão progressista. Essa fala do Pr. José Wellington é apenas uma desculpa para continuar com todo o poder que tem e passá-lo aos seus filhos. Esse sistema só funciona se o pastor presidente for extremamente temente a Deus e desligado do poder. Ou seja, quase impossível de continuar a medida que os ministérios ficam mais e mais fortes. Por que não dão autonomia para as congregações que andam já com as próprias pernas então? Há várias igrejas no Belém São Paulo com mais de 300 membros e com entradas suficientes para sustentar um pastor. (Daniel Gomes da Silva)

Da minha parte seria uma precipitação expor uma opinião a favor ao sistema de congregações autônomas sem antes conhecer profundamente a realidade das inúmeras congregações! Mas não sou a favor do modelo atual em que se encontra as Assembleias de Deus: concentrador, oligárquico e ditatorial o maior exemplo lamentavelmente é a própria CGADB! (Cláudio de Andrade)

A tempos atrás eu vinha dizendo a poucos que o sistema vai fragmentar-se... Décadas de tensões e reviravoltas, pois as vantagens de grandes impérios, para poucos, vai dizimando-se.... Considerando isto, não por vontade humana ou pessoal, mas, se assim fosse, a Igreja formada no dia em que Pedro Pregou e quase três mil se converteram, estaria constituído como Ministério único. A única instituição permitida por Deus para tal constituição e suas finalidades é a Carismática.... As leis, sistema financeiro, malha tributária a principio obrigarão a tal evento.... Meu amigo se isso não acontecer, Jesus não vem buscar SUA IGREJA. (Ednaldo Xavier)

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